sábado, 24 de agosto de 2013

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Planeta superquente do tamanho da Terra completa órbita em só 8,5 horas

Pesquisadores do MIT ( Instituto de Tecnologia de Massachussetts) descobriram um planeta fora do sistema solar do tamanho da Terra e que cumpre sua orbita completa - o que pra nós é 1 ano - em estonteantes 8 horas e 30 !!  Um dos periodos orbitais mais curtos já detectados até hoje. O Planeta foi batizado como Kepler78b. Sua temperatura é alta, pode chegar a 2.670°C .

Tempestade Solar atinge a Terra nesse final de semana (24/03)

quinta-feira, 27 de junho de 2013

COLISÃO ENTRE 2 GALAXIAS

NASA divulga imagem de colisão entre galaxias. A própria agência espacial descreveu a imagem como um "perfil de um pássaro celestial". 


quarta-feira, 29 de maio de 2013

EUROPA, LUA DE JÚPITER

Europa é uma das quatro luas do planeta Júpiter conhecidas como luas de Galileu (quatro enormes e exóticas luas com o tamanho de planetas).
Europa é única por si própria, apresenta-se com uma superfície gelada muito brilhante com riscos coloridos. Pensa-se que seja um mundo oceânico coberto por uma capa de gelo que protege o mar interior da adversidade do Espaço. Devido às condições existentes em seu interior, alguns cientistas julgam que lá poderá existir vida, tal como a que existe nas profundezas dos mares da Terra. Europa, juntamente com o planetaMarte, é o astro de melhor condição ambiental extraterrestre no Sistema Solar, podendo abrigar vida, existindo também uma pequena possibilidade em Titã.


sábado, 25 de maio de 2013

CURIOSIDADE !


Cratera em forma de Mickey na superficie de Mercurio *-*


Planeta com 2 Sois *-*



O Planeta orbitando 2 sois é chamado de Kepler-16b, é o primeiro mundo alienígena do tipo encontrado recentemente pelo telescópio Kepler da Nasa !

  (ele está cerca de 200 anos-luz do nosso planeta)

Particularmente, Minha Estrela Preferida ! Canis Majoris

Só pra vocês terem uma ideia. O nosso planeta Terra é um grão de areia perto da Canis. Ela é uma Gigante vermelha . Ela é a maior estrela conhecida. Ela tem 2.800.00.00 km de diâmetro ! Um Avião a 900 km/h levaria 1.100 anos pra dar uma volta en torno dela  '-'

Minha Pergunta: O que é a "SuperLua" ? Porque e Como ela fica tão perto do nosso Planeta ?

Gabriel Resende (Super Gênio) Responde :

- 1° Lei de Kepler :
Todo corpo desenvolve uma trajetória elíptica em torno de um corpo massivo, onde esse passa a ocupar um dos focos da elipse.

Assim como plutão desenvolve uma trajetória elíptica em torno do sol, a lua desenvolve uma trajetória elíptica em torno da Terra.
(A elipse é pouco excêntrica, por isso, às vezes, é comum ouvir que a Lua possui uma orbita circular)

Dentro da Trajetória elíptica do nosso satélite, há-se dois momentos notáveis:
1° Perigeu = Instante em que a Lua localiza-se mais próxima da Terra;
2° Apogeu = Momento em que a Lua encontra-se mais longe do Planeta.

Super Lua é apenas um termo legal (sic.) para se referir ao Perigeu da Lua em sua fase "Cheia".
 (Por isso temos a ilusão que a Lua "está maior", enquanto, na verdade, ela está em um ponto de sua trajetória elíptica em que se encontra mais próxima de nossa superfície)




#Obrigado por responder, Gabriel Resende!  (:

Olá,
  Espero que essa conversa que eu tive com meu Melhor amigo Gabriel Resende ajude vocês a entender melhor o fenomeno "SuperLua" que acontecerá no dia 23 de Junho ((:

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Galáxia Messier 87

Galáxia Sombrero M104

A Nebulosa da Tarântula

NGC 104 ou 47 tucanae é o segundo aglomerado globular mais brilhante de todo o céu

Galáxia Andrômeda: 2,5 milhões de anos-luz de distância de nossa galáxia.


Intão ...

Oii pesoas *-*
  Vou começar a postar uma serie de fotos dos planetas e galaxias !
 Algumas Imagens reais, outras meramente ilustrativas . Espero que gostem (:
 beeijosz
#MaaryS.

Plutão vai completar a sua primeira órbita ao redor do Sol apenas em 2178


terça-feira, 7 de maio de 2013

NOTICIA

Evento ocorrerá entre quinta e sexta-feira desta semana, e deve ser visível, ainda que parcialmente, em todo o mundo.

A Lua bloqueará o Sol nesta semana, ocasionando um eclipse que promete ser espetacular. Durante o pico do evento, o satélite deve cobrir quase 95% da nossa estrela, transformando-a em um anel de fogo. Embora outras partes do mundo possam presenciar o eclipse de forma parcial, somente os habitantes de algumas regiões da Austrália, Papua Nova Guiné e Ilhas Salomão terão o privilégio de presenciar o eclipse total.

Contudo, não se preocupe se você não morar em nenhuma das áreas nas quais o evento será mais visível, pois o SPACE.com fará a cobertura ao vivo (com início a partir do dia 9 de maio às 18h30, horário de Brasília), que poderá ser acompanhada através do link mais abaixo, Caso você seja um habitante da região, o céu não parecerá mais escuro a olho nu em nenhum momento, mas isso não dispensa o uso de lentes de proteção e filtros especiais para câmeras e telescópios.

Durante os eclipses anulares — que são como o que ocorrerá esta semana —, a Lua lança uma sobra sobre a superfície da Terra enquanto passa entre o nosso planeta e o Sol. No entanto, devido à sua órbita, o satélite parecerá 4,5% menor do que a nossa estrela, e é por essa razão que o belo anel de fogo é formado no céu.




Foto: Evento ocorrerá entre quinta e sexta-feira desta semana, e deve ser visível, ainda que parcialmente, em todo o mundo.
   
A Lua bloqueará o Sol nesta semana, ocasionando um eclipse que promete ser espetacular. Durante o pico do evento, o satélite deve cobrir quase 95% da nossa estrela, transformando-a em um anel de fogo. Embora outras partes do mundo possam presenciar o eclipse de forma parcial, somente os habitantes de algumas regiões da Austrália, Papua Nova Guiné e Ilhas Salomão terão o privilégio de presenciar o eclipse total.

Contudo, não se preocupe se você não morar em nenhuma das áreas nas quais o evento será mais visível, pois o SPACE.com fará a cobertura ao vivo (com início a partir do dia 9 de maio às 18h30, horário de Brasília), que poderá ser acompanhada através do link mais abaixo, Caso você seja um habitante da região, o céu não parecerá mais escuro a olho nu em nenhum momento, mas isso não dispensa o uso de lentes de proteção e filtros especiais para câmeras e telescópios.

Durante os eclipses anulares — que são como o que ocorrerá esta semana —, a Lua lança uma sobra sobre a superfície da Terra enquanto passa entre o nosso planeta e o Sol. No entanto, devido à sua órbita, o satélite parecerá 4,5% menor do que a nossa estrela, e é por essa razão que o belo anel de fogo é formado no céu.

(Link da transmissão: http://www.space.com/19195-night-sky-planets-asteroids-webcasts.html)

(Fonte: Space)

#L.N

sábado, 4 de maio de 2013

NOTICIA

Mais uma chuva de meteoros vem ai, desta vez será a eta-aquarídeas que se localiza em direção da constelação de aquário. O pico da chuva será por volta das 1h00min e 05h00min do dia 06 de Maio de 2013. Os meteoros "surgirão" na direção da constelação de Aquário. Se você tem dificuldades em encontrar tal constelação, basta instalar o software gratuito Stellarium. Serão aproximadamente 55 meteoros ou como é popularmente conhecido: "estrela cadente". Para que você possa vê-los é necessário um céu limpo, sem poluições. 

#MaaryS.

NASA divulga imagens de monstruoso furacão em Saturno

Evento foi registrado por sonda espacial e pode ajudar cientistas a entenderem melhor como esses fenômenos ocorrem aqui na Terra.


Como você sabe, os furacões são fenômenos meteorológicos que, dependendo da proporção, podem ser letais. Então, imagine só se um furacão como o da imagem acima — que foi registrado em Saturno e é 20 vezes maior do que os furacões médios que ocorrem aqui na Terra — atingisse o nosso planeta!
O monstruoso evento foi flagrado pela sonda espacial Cassini da NASA, que está em órbita ao redor do sexto planeta do nosso sistema solar para coletar informações sobre a sua atividade. O furacão foi observado com uma riqueza de detalhes sem precedentes, o que permitiu que os pesquisadores da agência espacial pudessem realizar medições superdetalhadas. Você pode conferir mais imagens no vídeo abaixo

Semelhanças

Há anos que os pesquisadores da NASA estavam de olho nessa formação localizada no polo norte de Saturno. Só as nuvens que se encontram nas extremidades do superfuracão viajam a incríveis velocidades de 150 metros por segundo, e seu olho conta com 2 mil quilômetros de largura. Além disso, o vapor caótico que compõe o furacão forma um espetacular vórtice hexagonal.

Apesar da gigantesca proporção, o furacão é muito semelhante aos que ocorrem aqui no nosso planeta. Mas foi graças ao espectrômetro de infravermelhos da Cassini e aos raios solares que atingiram a área no momento certo que os cientistas puderam realizar uma melhor observação do fenômeno.
A equipe descobriu, por exemplo, que o furacão se alimenta de pequenas quantidades de hidrogênio presentes na atmosfera de Saturno, algo que é de extrema importância para o entendimento da dinâmica do planeta. Além disso, apesar de os furacões saturnianos não se formarem pela presença direta de água, eles ocorrem pela presença de vapor em sua superfície, o que pode ajudar no entendimento sobre a formação desses eventos aqui na Terra.



#Marianne


sexta-feira, 26 de abril de 2013

Cometa que será visto da Terra pode brilhar mais do que a lua cheia


O ano de 2012 mal acabou, mas astrônomos e curiosos pelo espaço não veem a hora de chegar novembro de 2013, mês em que o cometa C/2012 S1 será visto a olho nu pelos habitantes da Terra. Apesar de ainda ser cedo para definir com exatidão a trajetória do astro — e de isso ser necessário para estimar com certeza o seu brilho —, os astrônomos russos que o descobriram acreditam que ele poderá ser mais brilhante do que a lua cheia.
No momento, o cometa está próximo à órbita de Júpiter e, de acordo com suas características, os cientistas acreditam que ele tem sua origem na nuvem de Oort, uma região hipotética (ou seja, não observada diretamente) ao redor do nosso Sistema Solar e que os astrônomos acreditam abrigar milhares de cometas e asteroides.
O C/2012 S1 (também apelidado de ISON) terá a aproximação máxima do Sol no dia 29 de novembro de 2013, estando visível aos olhares mais curiosos até janeiro de 2014. 

Cometa ISON poderá produzir uma chuva de partículas na atmosfera terrestre

Cientistas acreditam que o cometa ISON (C/2012 S1) poderá produzir uma chuva de partículas quando cruzar a trajetória da Terra e seguir em direção ao Sol no final deste ano.
O cometa, que foi fotografado no último dia 10 de abril pelo telescópio Hubble, está atualmente próximo da órbita de Júpiter. Mesmo à grande distância, o ISON já apresenta uma intensa atividade de sublimação, produzindo um longo rastro de poeira.
A cauda se forma pelo aquecimento da superfície do cometa pela luz solar e o subsequente derretimento da crosta congelada do corpo celeste. Os cientistas da NASA têm usado as imagens do Hubble para medir o tamanho do núcleo do cometa ISON e tentar prever seu comportamento quando atingir a máxima aproximação do Sol e da Terra no final do ano.
Em vídeo, a NASA mostra qual deve ser a trajetória do cometa em relação às órbitas dos planetas centrais do nosso sistema solar.


Ainda de acordo com os cientistas, o núcleo do ISON é incrivelmente pequeno para a intensa atividade de poeira cósmica que ele vem produzindo no espaço. A extensão da cauda e a granulação fina de suas partículas podem produzir um espetáculo diferente ao nosso olhar quando a Terra passar pelo rastro do cometa.

Uma chuva de partículas na atmosfera terrestre

Os cientistas acreditam que, quando o cometa passar pela órbita da Terra, haverá partículas sendo liberadas atrás dele. Porém, como ele segue em aproximação ao Sol, haverá também partículas que estarão se afastando, em direção contrária, devido à pressão solar. Isso significa que teremos partículas se movimentando em direções diferentes.
O evento produzirá uma chuva de partículas na atmosfera terrestre. Como se tratam de partículas de grãos muito finos, os cientistas acreditam que a poeira do cometa ISON será perceptível na Terra pela formação de nuvens noctilucentes, muito mais brilhantes e iluminadas no céu por refletirem as partículas de cristais de gelo no limite superior da camada atmosférica.

Simulações em computadores mostram que a Terra vai cruzar o rastro deixado pelo ISON no dia 12 de janeiro de 2014. Pela trajetória prevista, e se o corpo celeste não se desintegrar antes, o cometa atingirá a máxima aproximação do Sol no dia 28 de novembro. No dia 26 de dezembro, o ISON alcançará a menor distância da Terra, a cerca de 64 milhões de quilômetros. Não há como ter certeza se o cometa vai sobreviver à aproximação do Sol e se o evento da chuva de partículas realmente vai acontecer.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Galáxias


A descoberta das galáxias

Por volta do século XVIII vários astrônomos já haviam observado, entre as estrelas, a presença de corpos extensos e difusos, aos quais denominaram "nebulosas". Hoje sabemos que diferentes tipos de objetos estavam agrupados sob esse termo, a maioria pertencendo à nossa própria Galáxia: nuvens de gás iluminadas por estrelas dentro delas, cascas de gás ejectadas por estrelas em estágio final de evolução estelar, aglomerados de estrelas. Mas algumas nebulosas - as nebulosas espirais - eram galáxias individuais, como a nossa Via Láctea.
Immanuel Kant (1724-1804), o grande filósofo alemão, influenciado pelo astrônomo Thomas Wright (1711-1786), foi o primeiro a propor, por volta de 1755, que algumas nebulosas poderiam ser sistemas estelares totalmente comparáveis à nossa Galáxia. Citando Kant: "[A] analogia [das nebulosas] com o sistema estelar em que vivemos... está em perfeita concordância com o conceito de que esses objetos elípticos são simplesmente universos [ilha], em outras palavras, Vias Lácteas ...". Essa idéia ficou conhecia como a "hipótese dos universos-ilha". No entanto, as especulações cosmológicas de Kant não foram bem aceitas na época, de forma que a natureza das nebulosas permaneceu assunto de controvérsia.

Até 1908, cerca de 15 000 nebulosas haviam sido catalogadas e descritas. Algumas haviam sido corretamente identificadas como aglomerados estelares, e outras como nebulosas gasosas. A maioria, porém, permanecia com natureza inexplicada.

Messier


O catálogo de objetos difusos de Charles Messier (1758-1782) [Fonte: The SEDS Messier Catalog Webpages].
O problema maior era que a distância a elas não era conhecida, portanto não era possível saber se elas pertenciam à nossa Galáxia ou não.

ShapleyShapley  CurtisCurtis

Dois dos maiores protagonistas nessa controvérsia foram Harlow Shapley (1885-1972), do Mount Wilson Observatory, e Heber Doust Curtis (1872-1942), do Lick Observatory, ambos nos Estados Unidos. Shapley defendia que as nebulosas espirais eram objetos da nossa Galáxia, e Curtis defendia a idéia oposta, de que eram objetos extragalácticos. A discussão culminou num famoso debate em abril de 1920, frente à Academia Nacional de Ciências. Mas o debate não resolveu a questão.
HubbleSomente em 1923 Edwin Powell Hubble (1889-1953) proporcionou a evidência definitiva para considerar as "nebulosas espirais" como galáxias independentes, ao identificar uma variável Cefeida na "nebulosa" de Andrômeda (M31).
M31
Montagem da foto da galáxia Andrômeda, M31, que tem B=3,4, declinação de +41° e está a 2,2 milhões de anos-luz de nós, 190'×60', vr=-300 km/s, z=-0.001, com a imagem da Lua na mesma escala, mas a Lua é 1,5 milhão de vezes mais brilhante (15,5 magnitudes). A Lua não passa próxima da posição da galáxia no céu. A galáxia M 110, sua satélite, está na parte inferior. ©Adam Block e Tim Puckett. O primeiro registro conhecido da galáxia é do ano 905 d.C., pelo astrônomo persa Abd Al-Rahman Al Sufi (903-986).
A partir da relação conhecida entre período e luminosidade das Cefeidas da nossa Galáxia, e do brilho aparente das Cefeidas de Andrômeda, Hubble pode calcular a distância entre esta e a Via Láctea, obtendo um valor de 2,2 milhões de anos-luz. Isso situava Andrômeda bem além dos limites da nossa Galáxia, que tem 100 mil anos-luz de diâmetro. Ficou assim provado que Andrômeda era um sistema estelar independente. 



Lua


A distância Terra-Lua foi medida por radar e por laser, como na figura abaixo em que um laser é disparado até um dos espelhos (prismas retro-refletores, que refletem a luz na mesma direção da luz incidente) colocados pelos astronautas na Lua (missões Apolo 11, 14 e 15),
 
e o tempo de ida e vinda do laser é medido. Seu valor médio é de 384 403 km e varia de 356 800 km a 406 400 km. A excentricidade da órbita da Lua é de 0,0549. Cada prisma tem 3,8 cm, e os espelhos deixados pela Apolo 11 e 14 têm 10 prismas cada, enquanto o deixado pela Apolo 15 tem 300. Outro refletor francês também foi instalado pela missão russa não tripulada Lunakhod 2. Ao chegar na superfície da Lua, o feixe tem aproximadamente 6,5 km. O sinal de retorno é muito fraco para ser visto a olho nu, mas em boas condições chega a 1 fótons por segundo.
A Lua tem três movimentos principais: rotação em torno de seu próprio eixo, revolução em torno da Terra e translação em torno do Sol junto com a Terra, mas existe também um pequeno movimento de libração.
O plano orbital da Lua em torno da Terra tem uma inclinação de 5°9' em relação à eclíptica, que está inclinada 23,5° em relação ao equador. Portanto, em relação ao equador da Terra, a órbita da Lua tem uma inclinação que varia de 18,4° (23,5° - 5,15°) a 28,7° (23,5° + 5,15°).
Apesar do ângulo do plano da órbita em relação à eclíptica permanecer aproximadamente constante, o plano orbital não é fixo, movendo-se de maneira tal que seu eixo descreve um círculo completo em torno do eixo da eclíptica num período de 18,6 anos. Esta rotação para oeste do plano orbital da Lua ocorre pela força diferencial exercida pelo bojo equatorial da Terra, causado pela rotação da Terra.
Em relação ao equador da Lua, o seu plano orbital tem uma inclinação de menos do que 1°.
O diâmetro aparente médio da Lua é de 31' 5" (0,518°), de onde se deduz que o diâmetro da Lua é de 3476 km (D=384 000 km × sen 0,518); a massa da Lua é de 1/81 da massa da Terra.
 
libracao
Plano
Comparacao




ClementinaClementina
Devido à rotação sincronizada da Lua, a face da Lua que não podemos ver chama-se face oculta, que só pode ser fotograda pelos astronautas ou naves em órbita da Lua.